Sem tempo para modificar a tabela, a FPF já informou que os jogos estão mantidos tal como foram definidos. E que os adversários do Spartax vão vencer por “WO”. Vencendo antecipadamente, para efeito de tabela, todos os jogos contra a equipe pessoense por 3 a 0. O primeiro duelo do time, inclusive, seria no domingo contra o Femar, no Estádio Tomazão.
Desolado, José Morais garantiu que fez de tudo para evitar o pior, mas que foi impossível desta vez:
- Desde que eu fundei o clube, sempre banquei tudo com recursos próprios. Mas este ano, com a crise, isto era impossível. Então tentei de tudo. Busquei patrocínios a preços populares, tentei vender o patrocínio master do clube por R$ 4 mil, mas não apareceu ninguém disposto a ajudar. A única solução foi desistir antes que fosse tarde demais. Melhor sair agora do que sair com a competição em andamento – pontuou.
Ele disse ainda que precisava amenizar os gastos extras que o clube teria com itens como ambulância, taxas de arbitragem, viagens, entre outros. Mas como nenhum centavo entrou, a desistência foi inevitável. Mas ele garantiu que o Spartax não fecha as portas por causa disto:
- O curto prazo do clube, que traçamos como um ciclo de três anos, ficou um pouco prejudicado. Mas seguimos nas competições de base. E nosso ciclo de médio prazo, pensado para 15 anos, segue firme – declarou, ponderando em seguida que vai trabalhar para participar da 2ª divisão do ano que vem.
Aumento do desemprego
O presidente José Morais lamentou ainda o fato do Spartax ter agravado o desemprego no segundo semestre do futebol brasileiro. E a tese dele é simples:
- Na primeira metade do ano, são aproximadamente 300 clubes em atividade. E se imaginarmos cada qual com 30 jogadores em média, temos nove mil jogadores empregados. No segundo semestre, nas séries A, B, C e D, são apenas 100 clube. Se respeitarmos esta mesma média, são apenas 3 mil atletas. Isto é um problema grave e fico triste por ajudar na piora deste índice – finalizou.
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